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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

FUGA DE PRESOS

 

                          Se o Ministro da Justiça acha que é a falta de muros que facilita a fuga de presos, deixe que ele construa muros. O dinheiro não é dele. Melhor assim, porque os facilitadores cobrarão mais caro para facilitar a próxima fuga. A fuga é uma forma de direito de defesa.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

CONSTRUTIVISMO SOVIÉTICO

 

https://www.archdaily.com.br/br/1012985/construtivismo-sovietico-arte-design-e-arquitetura


               Seis palestras serão dadas por Celso Lima, no período de 09/03 às 22:00 a 23/04/2004 às 12:24 sábado às 10:30 a 1:30, no Galpão Comum em São Paulo, na Rua Barão de Tatuí, 509. A palestra presencial - Construtivismo Soviético: Arte, Design e Arquitetura. 

Valor promocional até 20/02:

R$600,00 -Até 6x de 100,00

Valor integral - R$700,00 - até x de R$116,67

           Melhores informações nos sites:

  • Website

  • quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

    INCORRIGÍVEIS

     



              O jornal digital Extra Globo que deveria ser um exemplo, em razão do poder econômico e de influenciar os demais. Porém, não é o que acontece. Na edição de 06/02/2024 se lê: Fernanda do “BBB 24” conta sobre ser evangélica:Eu não me sinto menos evangélica por tenho uma vida de pecados.

                É o batido uso da preposição sobre por imitação do inglês. O verbo contar, no caso é bitransitivo ou transitivo direto e transitivo indireto: seja contar alguma coisa a alguém. 

                   Ela não conta sobre, ela conta o que? Ser evangélica na função de objeto direto. A que ela conta ser evangélica? Ela conta a Mc Bin Laden. Qual a necessidade de complicar a frase? Só por modismo. Não há outra explicação. Modismo aliás, que denota subordinação colonialista. É uma pena.

                             

    sábado, 3 de fevereiro de 2024

    JORNAL ANALFABETO

                    



                      Lemos no Correio24 a manchete: “Fulano cobra que o governo trate com “seriedade e responsabilidade” projeto de ponte.               

                      Digam-me, por favor, isto é jornalismo? Reparem como soa mais agradável este título:

                       Fulano cobra do governo “seriedade e responsabilidade” no projeto da ponte. 

                       Ou esta chamada: Fulano cobra “seriedade e responsabilidade”do governo no tratamento do projeto da ponte.

                   Quando estudei jornalismo, aprendi como utilizar um lead, isto é uma chamada jornalística, cujo objetivo seria informar ao leitor, de maneira simples, direta e objetiva a mensagem que lhe dirigida, respondendo às seguintes perguntas, na ordem em que se quer dar  ênfase: quem, quando, como e onde. Formado o lead, respondendo a estas questões, deve-se continuar a matéria, descendo-se aos detalhes. 

                    Quem hoje segue esta regra de ouro? Hoje, além dos crassos erros de linguagem, somos obrigados a ir até o fim da reportagem para saber de que se trata. Um verdadeiro absurdo. E isto, sem contar que a maioria das reportagens são de matéria paga, veiculadas como jornalismo, como informação objetiva. É o resultado do capitalismo que visa ganhar dinheiro em tudo, mas com sacrifício da verdade.

                      

                  

                      


    quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

    CACHORRO MUI AMIGO

    UM CARAMELO PARA O LEITOR

            


                 “Eu não diria que Boulos  já está garantido, mas é o favorito, não há a menor dúvida. Mas a eleição nem começou”. Eu dou um caramelo a quem disser onde o vice-presidente Geraldo Alckmin, que é médico, errou nesta elocução. Lançado o desafio, vou esperar.

                       Eu não diria que Boulos já  esteja garantido. O bom uso da língua é uma forma de resistência e de amor à pátria. No caso, o certo é usar o verbo estar no modo subjuntivo que indica incerteza.

                        Se tenho certeza de uma coisa o verbo vai para o modo indicativo. Exemplo: eu garanto Boulos vai (verbo ir no presente do indicativo), indicando certeza.

                        Se eu tiver dúvida da eleição de Boulos tenho de levar o verbo ir para o subjuntivo: Não garanto que Boulos vá ( presente do subjuntivo) ser eleito.

                         O uso do subjuntivo também é obrigatório para ações no futuro. Exemplo: acredito que Boulos vá ser eleito. O verbo aqui no presente do subjuntivo, mas expressando uma ação futura.

                       Se eu digo: quando Boulos for eleito, o verbo ir está no futuro do subjuntivo, mas expressando um ação no futuro.

                      Quando eu digo: Se Boulos for eleito. O verbo ir está no futuro do subjuntivo, mas expressando uma dúvida.

                               Também é obrigatório o uso do subjuntivo quando expressar um desejo. Exemplo: espero que Boulos seja eleito. Aqui o verbo ser está no presente do subjuntivo, mas expressando um desejo.        

                   É obrigatório o uso do subjuntivo quem se quer expressar um condição: Se Boulos for eleito, eu serei nomeado. Aqui o verbo ir está expressando uma condição, a de que eu só serei nomeado se Boulos for eleito. 

                 Esta condição também levaria o verbo ir para o subjuntivo mesmo para expressar uma ação passada. Ex: Se Boulos fosse (passado imperfeito) eleito eu  seria nomeado. 

                      

                   



      

                      


    RONNIE LESSA: DELAÇÃO




                         Esta delação de Ronnie Lessa não me convence. Ela está muito de acordo com a delação de Elcio Queiroz que conduziu o carro para que  Ronnie Lessa atirasse em Anielle Franco e em seu motorista Anderson Gomes.  A versão dos dois apontando Domingos Brasão como mandante do crime, é muito fraca porque não aponta as razões do mando, o que fica claro que Domingos Brasão fora apenas mandante intermediário, pois, é comum  haver, no crime de mando, intermediários em cadeia, para se proteger o real mandante.

                    Espera-se, portanto, Domingos Brasão aponte outro intermediário até se chegar ao mandante primeiro que tenha motivos para eliminar a vereadora.