Total de visualizações de página

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015


Enquanto o cinismo dos franceses persistir, a cruzada cristã, o saque ao petróleo e outras riquezas feitas pelos Estados Unidos e Europa aos países da África e do Oriente continuarem, enquanto o Charlie Hebdo, jornaleco representante da cultura judaico-cristã insistirem promover a guerra entre oriente e ocidente sob o disfarce da promoção de um estado laico e encoberto pelo pela mentirosa liberdade de expressão vamos ver cenas como estas e ainda piores. Só um cego não vê que o Charlie Hebdo está fazendo guerra, uma guerra tão feroz quanto a feita com balas e bombas. Não é atoa que os estudiosos dizem que a pregação do evangelho nas Américas mataram mais índios do que as armas de fogo dos europeus.Isto é uma guerra sim e quem faz deve sofrer as consequências.anto o cinismo dos franceses persistir, a cruzada cristã, o saque ao petróleo e outras riquezas feitas pelos Estados Unidos e Europa aos países da África e do Oriente continuarem, enquanto o Charlie Hebdo, jornaleco representante da cultura judaico-cristã insistirem promover a guerra entre oriente e ocidente sob o disfarce da promoção de um estado laico e encoberto pelo pela mentirosa liberdade de expressão vamos ver cenas como estas e ainda piores. Só um cego não vê que o Charlie Hebdo está fazendo guerra, uma guerra tão feroz quanto a feita com balas e bombas. Não é atoa que os estudiosos dizem que a pregação do evangelho nas Américas mataram mais índios do que as armas de fogo dos europeus.Isto é uma guerra sim e quem faz deve sofrer as consequências.



Manifestante queima pneus durante onda de protestos que já deixou dez mortos e destruiu símbolos cristãos no Níger

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

ISLÃO E O TERRORISMO















Uma coisa é satirizar o cristianismo, outra é satirizar Maomé. Os cristãos de todas as denominações de cultura judaico-cristã, criadores do capitalismo, da sociedade de consumo e da cultura do corpo e outras preciosidades divergem entre entre si, mas pensam em bloco e estão preocupados em acumular riqueza, seja furtando, seja saqueando, seja matando, haja a vista as diversas guerras que sempre promovem em todo o mundo, inclusive e sobretudo contra árabes e muçulmanos. Estes são mais fieis à sua religião e seu profeta. Não atingiram o capitalismo em sua plenitude, nem a sociedade de consumo e muito menos a cultura do corpo e do sexo, banalizando-o. Por conseguinte, a ofensa a Mafamade é o máximo que se possa fazer aos muçulmanos. Isto não justifica a matança, nada a justifica. Mas, alguém já sentiu a reação de um verdadeiro cristão quando falam mal do Cristo? Se não, experimentem. Basta ler os comentários raivosos dos ocidentais, cristãos, em relação aos árabes e islamitas para se ter uma ideia da violência verbal, do racismo e discriminação. A guerra entre cristãos ocidentais e muçulmanos orientais que teve seu auge com as cruzadas, nunca deixou de existir e charges chistosas sobre o profeta fazem parte desta guerra ocidente/oriente e quem está na guerra está sujeito a toda espécie de revide, mesmo os mais cruéis como aconteceu os 12 mortos que podem ser vistos como heróis do ocidente, mas vítimas desta guerra infantil na qual o ocidente quer impor seu modo de vida ao oriente. 

A guerra só é lucrativa para os donos do poder, os mercadores da vida humana que ganham com a venda de armas e toda a parafernália criada pelos adoradores do dinheiro e do próprio corpo, porque os demais, como os 12 mortos e inclusive seus matadores são vitimas do capitalismo selvagem e de sua política escravista, discriminatória e imperialista.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

JAIR BOLSONARO E SEU AMOR SECRETO


Na história da humanidade um fato tem se repetido. É que todo moralista, tem um defeito. Geralmente o que mais combate. Jair Bolsonaro deve ter um amor secreto por travecos, o que não há nenhum, desdouro. Eu já o vi com um traveco? .

sábado, 15 de novembro de 2014

Documentário - A Cocaína de Aécio Neves - PARTE02




Documentário - A Cocaína de Aécio Neves - PARTE02



https://www.youtube.com/watch?v=QLYtg5ZBL7E


SOBRE ARTIGO DE SAKAMOTO: COMBATE À CORRUPÇÃO


Admiro muito a  coragem de Leonardo Sakamoto em dizer certas coisas. No artigo Empreiteiras: O combate à  corrupção deveria ser apenas o começo saído em 15/11/2014 no seu Blogue. Ele faz uma análise superficial do problema da corrupção, como aliás, é feita em todas as mídias, sem atacar profundamente nossos problemas, ninguém sabe porque, deixando-se de falar de coisas que poderiam ser postas a reflexão. Alguém já parou para se perguntar como são feitas estas investigações? Em principio os atos judiciais e policiais são, por lei, públicos, justamente para que possam ser vistos e analisados por todos. O sigilo é exceção e só em casos especiais é que a lei o prevê. Ora, sabemos que o ser humano é parcial por natureza, logo, como confiar numa investigação feitas a sete chaves pela policia federal sabidamente partidária?  Quem vai me dizer que as investigações não são dirigidas para atingir determinado fim, atingir determinadas pessoas com o favorecimento de outras pessoas também envolvidas no caso. Por outro lado, atribui-se à policia e à policia federal em particular, a qualidade de semideuses. Quem vai me assegurar que o policial que está investigando também não faz parte do esquema? Ou somos ingênuos suficientes para acreditar que a policia, seja ela qual for, é composta de anjinhos? Quem, portanto, vai investigar a policia? São questões como estas que se deve colocar para reflexão. Um jornalismo verdadeiro é feito de interrogações e não de afirmações.

sábado, 8 de novembro de 2014

Demãoemão Deus Carmo: UM JUIZ SEM JUÍZO E SEM MORAL

Demãoemão Deus Carmo: UM JUIZ SEM JUÍZO E SEM MORAL: Desde quando iniciei meus primeiros estudos de direito, lá nos idos de 1964, ainda no verdor da juventude, que percebi a anomalia, aberr...

UM JUIZ SEM JUÍZO E SEM MORAL



Desde quando iniciei meus primeiros estudos de direito, lá nos idos de 1964, ainda no verdor da juventude, que percebi a anomalia, aberração, a obsolescência desta instituição chamada magistratura.

O poder judiciário brasileiro, entre os três poderes república é o mais refratário às mudanças, o menos transparente, o menos democrático e por isso mesmo o mais propício à corrupção, ao abuso de poder e à ineficiência.

Em razão desta estrutura antiquada e medieval o poder judiciário é um poder, hoje, totalmente maléfico às instituições democráticas merecendo da sociedade uma reflexão séria e profunda para se efetuar as mudanças necessárias a um estado democrático de direito.

Sem querer justificar a atitude animalesca do juiz João Carlos de Souza Correa, 52, do 18º Juizado Especial Criminal do Rio de Janeiro, frente à autoridade de trânsito Luciana Silva Tamburini, somos forçados a afirmar que sua atitude é decorrente da estrutura obsoleta da magistratura brasileira que dá a um homem só, pelo resto da vida,  poderes quase divinos que eles se acham, como os faraós, realmente deuses. E o pior confundem sua vida privada com a vida pública. Será que este juizinho não sabe que naquele momento a única autoridade era a agente de trânsito e que ele não passa de um simples cidadão, um simples mortal.

Ele ali, não era um juiz, mas um cidadão comum, de forma que se a agente de trânsito, por acaso dissesse que ele não era deus, não estava faltando com respeito à autoridade, e portanto, não desrespeito à autoridade, porque autoridade ali ele, juiz, não era.

Andou bem a agente de trânsito no cumprimento de seu dever e o desembargador que a condenou a indenizar o juiz cometeu, por esprit de corps, o famoso corporativismo, mais uma das aberrações entre milhares que se vê no dia a dia da magistratura brasileira.

Somos da opinião este juizinho arbitrário, demente e desrespeitoso com o povo brasileiro seja julgado pelo CNJ, obviamente, com seu direito de defesa garantido, mas que seja apenado de acordo com a lei, por não é possível que paguemos autoridades para nos desrespeitar e nos espezinhar.

É preciso conscientizar as pessoas para deixarem de ter medo destas pessoas arbitrárias que usam da autoridade que lhes dá a lei ofender as próprias que deveriam ser os guardiões e fazer saber que as leis foram feitas para todos e que ninguém está acima delas.

Cabe sim a agente de trânsito Luciana Silva Tamburini uma ação de Indenização para reparar os danos morais sofridos. Esta ação, no meu entender pode até ser dirigida contra o Estado do Rio de Janeiro porque, embora não estivesse o juiz no momento em sua função judicante, foi se arrogando um poder judicante que ele cometeu o ato ilícito, foi sob o argumento de desrespeito a autoridade, repita-se, autoridade que não tinha no momento, que ela Luciana sofreu a condenação. 

Mais do que fazer vaquinha para pagamento da condenação - que ainda não transitou em julgado - é necessário que a sociedade brasileira se una no combate ao abuso destas autoridades, que longe da autoridade de que foram investidas, se arrogam o direito de agir como se autoridades fossem.