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sexta-feira, 3 de junho de 2016

A CULTURA DO ESTUPRO








                     


                                                         As análises reducionistas que vêm fazendo as pessoas sobre o estupro coletivo, assunto do momento, mostram uma total incapacidade em atacar de frente o problema, ou então, é pura e simplesmente falta de vontade em resolver os problemas sociais, que são culturais.

          A cultura machista no país conseguiu, inclusive,  impor o machismo até entre as mulheres. Não é incomum ouvir de uma mulher que tal ou tal homem é homossexual só porque não atendeu a seus interesses sexuais.
                
                Os meios de comunicação fazem diuturnamente apelo aos instintos mais primitivos do ser humano, mulheres seminuas vendem sua carne abertamente com o cínico argumento da liberdade sexual, de expressão.

                A permissividade é total, e se é total, não há muito de se lamentar de cenas de estupro, não se acuse ninguém, ou se acuse a todos, porque não resta dúvida, numa aldeia global na qual nos transformamos, todos nós somos responsáveis por tudo o que acontece.

                                          Quem tiver dúvidas é só consultar os comentários sobre os mais variados assuntos nas redes sociais e demais meios de comunicação. Lá está latente a violência sob todos as nuances. A letra da música brasileira, que antes cantava a beleza da mulher, hoje, é um hino à violência contra a mulher.

             Somos, portanto, nós brasileiros, delinquentes de todos os dias e todas as horas, portanto não aponte o dedo para o outro antes de apontar para si próprio.

            
           

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O CIRCO





      Mar Anhão tocou fogo no circo
Inundou o circo Mar Anhão
                Pegam fogo ou se afogam os  bichos?
        Quem os salvará do Mar Anhão?



domingo, 8 de maio de 2016

O CIRCO







Quando o circo acabar, o Moro será descartado e a Lava Jato voltará a lavar carros.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

domingo, 24 de abril de 2016

DO CUSPE, DA CUSPARADA








Parece que o cuspe que levou um bocado de tempo sumido das bocas dos coxinhas, soi-disant bem comportados, voltou com força total na boca dos mortadelas. Jean Wyllys foi o inaugurador desta nova moda que, parece, terá vida longa.

É uma vingança e tanto. A cusparada humilha o algoz, deixa-o possesso e o pior é que, dificilmente, terá pagamento com a mesma moeda. A continuar assim, os coxinhas, que em geral dão inicio à provocação, terão de andar com um guarda-chuva à tira-colo, porque quem come mortadela tem as glândulas salivares cheias e prontas a expelir  suas enzimas sobre o agressor, tal como fazem os lhamas e judeus quando passam por um cristão. É bom que a cusparada não evolua para a escarrada, porque o escarrado talvez se sinta mais humilhado e ofendido.

A mídia, pode-se afirmar, é a verdadeira inventora desta moda, quando deixou de informar fatos, para instigar pessoas a aderir a uma proposta política não tão democrática quanto o voto.

Espera-se agora, que jornalistas, para garantir seu emprego, se venderam ao patrão, repensem seus atos, e reescrevam a história, possam assim coxinhas e mortadelas se encontrar no mesmo clima de paz que se tinha antes. 

terça-feira, 19 de abril de 2016

PACTO CORAÇÃO







Todo mundo sabe que o impedimento de DILMA não vai acabar com a crise, e muito pelo contrário, vai aprofundar a crise. Logo a solução é um grande, profundo e honesto entendimento nacional que venha a contemplar todas as camadas sociais, principalmente a classe média que, sejamos honestos, foi um pouco abandonada pelo governo do PT, que, enganadamente, privilegiou parte da elite e as classes mais pobres.

Este entendimento nacional - deve ser um pacto social que contemple todas as camadas sociais,  principalmente a classe média que, sejamos honestos, foi um pouco abandonada pelo governo do PT, que, enganadamente, privilegiou parte da elite e as classes mais pobres. Faço, portanto um apelo a todos os cidadãos brasileiros, para, em nome da cordialidade, que é a principal característica de nosso povo, esquecer as desavenças, ódio a que fomos levados, insuflados que fomos por uma mídia mais interessada em vender seus produtos do que informar o povo brasileiro, esquecendo tudo, repensemos nossos atos, palavras e atitudes e partamos para este PACTO DE CORAÇÃO ABERTO para fazer desta nação o orgulho de nossos filhos e netos e mostremos ao mundo que somos um povo civilizado e não uma república de macacos.

sexta-feira, 25 de março de 2016














O ter alisado um banco de escola não significa que alguém tenha sido polido, mas o banco.