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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

GRAMPINHO

           

          Não votei no Grampinho, mas sou obrigado a reconhecer que ele está fazendo algumas coisas que eu mesmo faria, se fosse prefeito. Ele está aproveitando muitas áreas ociosas par alargar as ruas. Esta é uma das soluções, não a única,  para o trânsito de Salvador. Onde houver um cotovelo, deve ser retirado, naturalmente, indenizando-se o proprietário do terreno ou casa. O rio vermelho espera uma providência. Aquele miolo entre a Rua Osvaldo Cruz e Marquês de Monte Santo deve ser retirado, respeitando-se apenas a casas que tenham valor histórico ou artístico. Acreditem, quem fizer isto ganhará um bocado de votos, além de prestar um grande serviço a Salvador.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

GRUPO INVADE INSTITUTO ROYAL E LEVA RATOS DO LABORATÓRIO



          Se estes grupos não estiverem sendo pagos por empresas concorrentes, pode-se afirmar com certeza que isto é viadagem pura. E viadagem não coisa de homosexual não, é coisa de viado mesmo, que nada tem a ver com homoafetividade.

domingo, 27 de outubro de 2013

CORONÉIS JACOBINENSES DE ONTEM, MÉDICOS POLÍTICOS DE HOJE.



Frei Petrônio de Miranda, Frade Carmelita.
E-mail: missaodomgabriel@bol.com.br


Meu caro leitor do Jornal Tribuna Regional, o filósofo grego Platão (século IV a.C.) afirmava que a política era uma das mais nobres atividades humanas e que o "principal problema daqueles que não se interessam por políticas é que serão governados por aqueles que se interessam". E quando não se dá a devida importância à política, corremos o risco de sermos mal governados pelos interessados que chegam ao poder. No seu diálogo, O Político, ele expõe uma síntese da sua visão política, que, bem mais tarde, aparecerá detalhadamente nos seus dois outros diálogos, considerados clássicos: A República (Politéia) e As Leis (Nomos).
Em conversa com um ex-Prefeito de Jacobina e que também exerce a profissão de médico, perguntei-lhe sobre a “tradição” dos médicos prefeitos em nossa cidade. Com bastante sinceridade e com a experiência também de médico, ele confessou-me: “Frei, os médicos políticos de hoje são os coronéis de ontem”. Após algumas reflexões sobre esta conversa, fui motivado a refletir, com você, sobre esta polêmica afirmação. Leia, reflita e assuma o seu protagonismo de construtor de uma comunidade mais ética, humana e solidária.
- Coronéis de ontem: “Seu coroné, pelo amor de Deus, me dê uma ajuda, minha filha tá doênte, a seca acabou com tudo, tô passando fome, não sei o que fazer, meu coroné. Ficarei a dispor de vomissê para servir no que precisar, mas socorre a minha família”.
- Médicos políticos de hoje: “Seu doutor, só o senhor pode ajudar a minha família. Eu tenho 15 filhos, a minha muié passou mal onte, meu filho mais veio tem 5 filho e dois tão doentes. Há seu doutor, não é porque o sinhor é candidato, mas no que precisar, tamo aí”.
            Meu caro leitor, estas histórias fictícias, mais do que verdadeiras nos dias de ontem e em nosso dia-a-dia, é para relatar uma verdade que todos sabem, mas nem todos têm a coragem de afirmar: “Coronéis Jacobinenes de ontem, Médicos Políticos de Hoje”, é uma verdade igual a 2x2 =4.  Vá até ao Centro Cultural da nossa cidade, suba as escadarias em direção ao auditório e olhe a história da nossa cidade através das fotos dos nossos prefeitos. Veja quantos coronéis foram prefeitos nos dias de ontem e faça uma comparação em relação aos médicos prefeitos de hoje. É incrível como a história vai nos relatar esta verdade absoluta! Se ontem os pobres da seca, da fome e da dor tinham nos coronéis a “sua proteção”, olhe para os dias de hoje e você ficará em dúvida se parou no tempo ou se os políticos- coronéis ressuscitaram na vida de muitos médicos jacobinenses.
Para os pobres de ontem, quando o coronel fazia “um favor”, que, aliás, nada mais era do que uma obrigação e um dever evangélico do ser humano estender a mão para o pobre, para o órfão e para a viúva  (Tiago 1, 27), na sua concepção, toda a família ficava devendo este eterno favor. E como era pago este favor? Muito simples, através do voto. Nos dias de hoje, quando um médico, mesmo que seja pago, atende uma família na hora da dor ou da morte, que, aliás, emocionalmente e psicologicamente é a hora mais apropriada para o “médico coronel”, esta família e também a sua segunda geração ficarão gratas através do voto por várias eleições. Conheço uma família que votou em um determinado médico político por três eleições, simplesmente porque o tal médico estava presente na hora da morte do pai daqueles filhos. E olha que foi tudo pago! Por que será que o sistema de saúde da nossa cidade sempre está nas mãos de políticos? Por que será que mesmo falido o Hospital Antônio Teixeira Sobrinho (incluindo a Clínica de Hemodiálise) continua sendo disputado por grupos políticos? Por amor a Jacobina? Por amor aos pobres doentes renais?               
Termino o meu artigo com o pensamento de Platão: “o estado deve ser governado não pelos mais ricos, os mais ambiciosos ou os mais astutos, mas pelos mais sábios”. Ele ainda acrescenta que “o fundamental problema da política é que todos os homens acreditam-se capacitados para exercê-la, o que lhe parece um grave equívoco, pois ela resulta de uma arte muito especial”. Ou seja, não é porque eu tenho bens, sou da família Y ou X que tenho capacidade para ser político.
Com estas afirmações do mestre e filósofo grego, podemos ainda afirmar que muitos gostam de pescar, mas a arte de viver e sobreviver da pesca são próprios de quem aprendeu na sua humildade, na escola do dia-a-dia da pesca. Ou seja, como eu posso fazer a política do bem comum se eu jamais estive envolvido em questões sociais ao lado daqueles e daquelas que gritam por justiça social ou clamam por vida e dignidade? O momento sem dúvida alguma, é de reflexão e de separação do joio e do trigo (Mt 13, 30) enquanto é tempo.
Não é mudando de gestor Y para X que se resolvem os nossos problemas, mas na participação popular das ONGs, Igrejas, Movimentos Sociais, Sindicatos e Associações Comunitárias. Na escolha de candidatos comprometidos com as causas sociais que subam a serra não apenas em ano de eleições. Que abra o vidro do carro não apenas para pedir votos, mas para ver e ouvir o grito dos pobres sofrendo com as muriçocas, com a falta de água e com a violência que nos assusta. Tudo isso não é um sonho, é uma conquista a partir do momento em que abrirmos os olhos sem medo de ser feliz.
(Artigo sobre a política da cidade de Jacobina-BA)
http://mais.uol.com.br/view/77gsd7cnudte/coroneis-jacobinenses-de-ontem-medicos-politicos-de-hoje-0402993968D0891327?types=T&

domingo, 22 de setembro de 2013

GOVERNADORES MÉDICOS

GOVERNADORES MÉDICOS. QUE FIZERAM PELA SAÚDE EM SEUS ESTADOS?



Geraldo Ackimim - SP.
Confúcio Moura -    Rondônia
Wilson Martins -     Piauí

MÉDICOS POLITICOS


QUE FIZERAM PELA SAÚDE PUBLICA, PELO ENSINO DA MEDICINA E PELA SAÙDE DE SEUS ELEITORES?


Augusto Botelho (PDT-RR)
Mão Santa (PMDB-PI)
Antonio C. Magalhães (PFL-BA)
Mozarildo Cavalcanti (PPS-RR)


Papaléo Paes (PTB-AP)
Alceste Almeida - PL/RR
Alexandre Cardoso - PSB/RJ
Álvaro Dias - PMDB/RN
Amauri Robledo Gasques - PRONA/SP
Ângela Guadagnin - PT/SP
Ântonio Joaquim - PPB/MA
Arlindo Chinaglia - PT/SP
Armando Abílio - PSDB/PB
Arnon Bezerra - PSDB/CE
Athos Avelino - PPS/MG
B. Sá - PSDB/PI
Colbert Martins - PPS/BA
Confúcio Moura - PMDB/RO
Dárcicio Perondi - PMDB/RS
Ântonio Cruz - PMDB/MS
Benedito Dias - PPB/AP
Evilásio - PSB/SP
Dr. Francisco - PDT/MG
Dr. Hélio - PDT/SP
Dr. Pinotti - PMDB/SP
Ribamar Alves - PSB/MA
Rodolfo Pereira - PDT/RR
Dr. Rosinha - PT/PR
Eduardo Barbosa - PSDB/MG
Elimar Máximo Damasceno - PRONA/SP
Enéas - PRONA/SP
Fernando Coruja - PDT/SC
Francisco Garcia - PFL/AM
Geraldo Resende - PPS/MS
Guilherme Menezes - PT/BA
Henrique Fontana - PT/RS
Inocêncio Oliveira - PFL/PE
Jamil Murad - PC do B/SP
Jandira Feghali - PC do B/RJ
Jorge Albedrto - PMDB/SE
José Rocha - PFL/BA
Leonardo Vilela - PPB/GO
Lobbe Neto - PSDB/SP
Manato - PDT/ES
Maninha - PT/DF
Marcelo Castro - PMDB/PI
Mário Heringer - PDT/MG
Nilton Baiano - PPB/ES
Paulo Baltazar - PSB/RJ
Pedro Corrêa - PPB/PE
Pedro Henry - PPB/MT
Rafael Guerra - PSDB/MG
Raimundo Gomes de Matos - PSDB/CE
Remi Trinta - PL/MA
Roberto Gouveia - PT/SP
Rommel Feijó - PSDB/CE
Ronaldo Caiado - PFL/GO
Saraiva Felipe - PMDB/MG
Sebastião Madeira - PSDB/MA
Serafaim Venzon - PDT/SC - Suplente do Deputado Fernando Coruja, convocado para ser Secretário de Saúde do Estado de Santa Catarina
Sérgio Carvalho - PSDB/RO
Vanderlei Assis - PRONA/SP
Waldemir Moka - PMDB/MS
Walter Feldman - PSDB/SP

ATENTADO SUICIDA NO PAQUISTÃO












               O atentado suicida de Peshawar no Paquistão que matou mais ou menos 61 pessoas e feriu outras 120, ao menos,  em frente a uma igreja cristã é o resultado da política dos países ocidentais que disseminam o ódio contra os nãos cristãos e levam a guerra para os países do Oriente sob o disfarce de implantar a democracia, mas que em realidade não passa de interesse em explorar suas riquezas, como o petróleo e outros bens.
               Tais governantes cristãos matam diariamente pessoas inocentes nas guerras que criam e incentivam com armas, munições e apoio econômico e logístico, como agora na Síria, colocando em risco as comunidades cristãs minoritárias no Oriente que passam a ser vítimas inocentes da maioria não cristã.
               Se os governantes cristãos do Ocidente tivessem um mínimo de humanidade, talvez o mundo fosse diferente e o entendimento entre as duas culturas mais fácil de acontecer.
               O vaticano que se diz preocupado com o cristianismo no mundo deveria envidar esforços para que seus supostos filhos deixassem a beligerância contra o Oriente e praticasse os verdadeiros ensinamentos do Cristo de que tanto fala e apregoa, sem, contudo, mostrar por ações ter assimilado aqueles ensinamentos que prega.
               Pobres cristãos do mundo não cristão. São vitimas de governantes cristãos que muitas das vezes nunca ouviram falar.

               Esta a ironia do mundo.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

NAZI-FASCISMO

          O nazi-fascismo no Brasil está mais atuante do que qualquer um imagina; As declarações de uma tal professora Maristela Basso sobre a Bolívia comprovam isto. Esta nazi-fascista subdesenvolvida se diz professora de uma das universidades que se acha a melhor do Brasil. Esta é uma prova mais do que evidente de que o analfabetismo político, o que parece ser o caso dela, independe de ser ou não letrada a pessoa, e, é muito pior do que o analfabetismo iletrado. Mas o que ela é, em verdade, é uma nazi-fascista, lambe-cueca de potencias estrangeiras, papel higiênico dos falas emboladas.
         Quem tem coragem de dizer o que ela disse sobre a Bolívia e os bolivianos não merece qualquer respeito.
           Pessoas desta têmpera não se deixam convencer por qualquer argumento, porque só entendem a linguagem da violência. Estou convencido de que ela continuará pensando deste jeito, mesmo que venha a público dizer que não bem assim, que foi mal interpretada, porque esta é a arma do nazi-fascismo, que está hoje a serviço do neo-colonialismo, um colonialismo mais perverso do que o colonialismo  tradicional, por que se esconde atrás da modernidade, das tecnologias, e não precisa mandar seus homens para as colonias, mas tão somente comprar alguns nas próprias colônias onde pretende dominar. Exemplos: O financiamento de rebeldes para derrubar governos, é um exemplo claro.