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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CÁRMEN LÚCIA E A POLÍTICA

                                   











                                                       

                                       Segundo informa a mídia a presidente do STF Cármen Lúcia teria dito: "Quero mudar o Brasil, não quero mudar do Brasil". Ela está blefando. Só se muda um país fazendo política ou fazendo a guerra, que é outra forma de fazer política. 
                           Não é papel do judiciário fazer política, mas aplicar as leis, que é um reflexo da política. Se ela diz querer mudar o Brasil está dizendo que o judiciário está fazendo política, e, portanto, confirmando o que já se sabe: Que o judiciário foi o principal articulador do golpe de estado, mas o mais grave: ao dizer que o judiciário precisa dar uma resposta ao que a sociedade espera dele,  afirma que o judiciário, como órgão que deve fazer cumprir a lei,  é que não vinha cumprindo seu papel de fazer reinar a lei, gerando, destarte a impunidade.
                                Se existe algo falido é o próprio judiciário, o poder menos democrático da república e por esta razão, mais propício à corrupção, porque contra ele não há a quem reclamar. 
            

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

CRIMINALIDADE E IMPUNIDADE








Várzea da Roça/Ba, como todas as cidades do interior da Bahia, e eu diria, do Brasil, se tornou terra de ninguém ou de todo o mundo. No CARNATAL, 26/12/2015, mataram uma pessoa a dois passos do Posto Policial. Quarta, 30/12/2015 mataram a Marcelo de Jesus Silva, o Tôta de Badinho, 30, na borracharia de Val de Hermínio, que também foi baleado por bala perdida. Socorrido, passa bem.

Tôta, segundo dizem, havia chegado de São Paulo, onde estava morando, e viera para curtir o CARNATAL rever parentes e amigos. Morreu com um revolver na cintura.


A população das cidades continua estarrecida com a violência e culpa os políticos. Não entende o povo que  crminalidade é efeito, não é causa. É efeito de inúmeras causas, porque não se pode ser reducionista, e entre elas a pobreza, a falta de uma educação que nunca lhe foi dada desde 1500,  moradias sem a menor condições de habitalidade etc. etc.